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	<title>Comentários em: RTP1 em reportagem ao ensino</title>
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	<description>Página pessoal do Pedro Cavaco</description>
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		<title>Por: Pedro Cavaco</title>
		<link>http://v1.pedrocavaco.adamastor.org/2006/05/30/rtp1-em-reportagem-ao-ensino/#comment-2334</link>
		<dc:creator>Pedro Cavaco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2006 16:18:52 +0000</pubDate>
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		<description>É um caso, mas temos que ter consciência de que quer queiramos quer não, maior parte das pessoas não tem condições para o fazer. Repara se tu em Portugal quiseres ir ao médico, perdes um dia, se quiseres ir às finanças, perdes um dia, se quiseres ir a uma reunião dos teus filhos que normalmente são a meio da tarde, perdes mais uma tarde, ou mesmo um dia. Sabendo pois que são 2 ou 3 reuniões anuais escolares pelo menos 1 ida às finanças e um numero indeterminado de idas ao médico (desde clínica geral, a dentista) das duas umas, ou o patrão é realmente muito bom, ou no fim do ano possivelmente estamos no olho da rua, porque os níveis de produtividade são baixos. Em relação a ir num outro dia, concordo... foi muitas das vezes o que os meus pais sem outra hipotese fizeram, é curioso no entanto que com tanta máquina e tecnologia para nos poupar tempo, tempo seja cada vez o que temos menos.

Relativamente à avaliação dos professores é considerável a medida para pessoas sérias sem dúvida, no entanto imagino aqueles pais com meninos mimados em que o menino faz queixa da professora porque &quot;impensável mente&quot; o menino disse uma asneira na aula e foi para o olho da rua, supondo que na melhor das hipóteses o pai vai falar com a dita cuja, ela vai reforçar com certeza o que fez e ele vai querer defender ou filho (caso não tão fora do comum) portanto o pai vai avaliar negativamente o professor se nessa mesma turma 10 alunos se estiverem pouco lixando para escola vão gerar conflito com a professora devido possivelmente a indisciplina... das duas uma, ou daqueles pais vem uma carta negativa ou não vem nada. Uma professora que até pode ser uma boa professora, sai na melhor (neste caso) com uma avaliação bastante prejudicada. A avaliação dos professores faz-se de todas as formas menos desta, ou se desta de uma outra maneira. Concordo com a medida não como avaliação mas como objecto de estudo e melhoramento do docente. Todo o procedimento é giro, mas é teorico, muito teorico.

Se os pais não vão à escola saber o caminho educativo do filho e se cada vez mais as notas são piores, qual será o motivo directo que fará um pai avaliar positivamente um professor, se pode por a quota parte da sua &quot;culpa?!&quot; no docente? Torna-se um forma bastante prática de passar o &quot;testemunho/responsabilidade&quot; dos maus resultado dos filho.

É bastante errado a meu ver.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É um caso, mas temos que ter consciência de que quer queiramos quer não, maior parte das pessoas não tem condições para o fazer. Repara se tu em Portugal quiseres ir ao médico, perdes um dia, se quiseres ir às finanças, perdes um dia, se quiseres ir a uma reunião dos teus filhos que normalmente são a meio da tarde, perdes mais uma tarde, ou mesmo um dia. Sabendo pois que são 2 ou 3 reuniões anuais escolares pelo menos 1 ida às finanças e um numero indeterminado de idas ao médico (desde clínica geral, a dentista) das duas umas, ou o patrão é realmente muito bom, ou no fim do ano possivelmente estamos no olho da rua, porque os níveis de produtividade são baixos. Em relação a ir num outro dia, concordo&#8230; foi muitas das vezes o que os meus pais sem outra hipotese fizeram, é curioso no entanto que com tanta máquina e tecnologia para nos poupar tempo, tempo seja cada vez o que temos menos.</p>
<p>Relativamente à avaliação dos professores é considerável a medida para pessoas sérias sem dúvida, no entanto imagino aqueles pais com meninos mimados em que o menino faz queixa da professora porque &#8220;impensável mente&#8221; o menino disse uma asneira na aula e foi para o olho da rua, supondo que na melhor das hipóteses o pai vai falar com a dita cuja, ela vai reforçar com certeza o que fez e ele vai querer defender ou filho (caso não tão fora do comum) portanto o pai vai avaliar negativamente o professor se nessa mesma turma 10 alunos se estiverem pouco lixando para escola vão gerar conflito com a professora devido possivelmente a indisciplina&#8230; das duas uma, ou daqueles pais vem uma carta negativa ou não vem nada. Uma professora que até pode ser uma boa professora, sai na melhor (neste caso) com uma avaliação bastante prejudicada. A avaliação dos professores faz-se de todas as formas menos desta, ou se desta de uma outra maneira. Concordo com a medida não como avaliação mas como objecto de estudo e melhoramento do docente. Todo o procedimento é giro, mas é teorico, muito teorico.</p>
<p>Se os pais não vão à escola saber o caminho educativo do filho e se cada vez mais as notas são piores, qual será o motivo directo que fará um pai avaliar positivamente um professor, se pode por a quota parte da sua &#8220;culpa?!&#8221; no docente? Torna-se um forma bastante prática de passar o &#8220;testemunho/responsabilidade&#8221; dos maus resultado dos filho.</p>
<p>É bastante errado a meu ver.</p>
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		<title>Por: Ana Sanches</title>
		<link>http://v1.pedrocavaco.adamastor.org/2006/05/30/rtp1-em-reportagem-ao-ensino/#comment-2333</link>
		<dc:creator>Ana Sanches</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2006 10:32:09 +0000</pubDate>
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		<description>Sabes, os meus pais sempre trabalharam até bastante tarde e não foi por isso que não se revezaram para estar presentes nas reuniões de pais. Acho uma pena que desculpes os pais ausentes com as condições laborais ou os horários. Se não conseguem nesse dia pedem a alguém que vá ou falam com o director de turma para marcar outro dia para falar sobre o filho. O que eu acho mesmo mal é que os pais entreguem os filhos aos professores e lhes peçam para os educar. Ou que não consigam controlar as crianças e remetam as culpas para os professores. É claro que é necessário um maior envolvimento dos pais. Se os professores tentam começar um trabalho este tem que ser acompanhado em casa. Se os professores são maus profissionais é bom que os pais protejam os interesses dos filhos e peçam melhores condições. O que se passa é que a maioria dos pais nem quer saber... 
Também vi esse debate e fez-me confusão ver aquelas duas mulheres a reclamar que os pais não deviam avaliar os professores, que isso ia trazer situações de conflito, ia colocar os professores numa situação ainda pior, que os pais eram uma cambada de analfabetos e que a coitada da senhora ensina há 20 anos e só duas vezes lhe agradeceram.
E depois o psicólogo (o homem com a mente mais sã naquela sala) diz: Mas...Se os professores forem bons profissionais, ao serem avaliados, não têm com que se preocupar com certeza!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sabes, os meus pais sempre trabalharam até bastante tarde e não foi por isso que não se revezaram para estar presentes nas reuniões de pais. Acho uma pena que desculpes os pais ausentes com as condições laborais ou os horários. Se não conseguem nesse dia pedem a alguém que vá ou falam com o director de turma para marcar outro dia para falar sobre o filho. O que eu acho mesmo mal é que os pais entreguem os filhos aos professores e lhes peçam para os educar. Ou que não consigam controlar as crianças e remetam as culpas para os professores. É claro que é necessário um maior envolvimento dos pais. Se os professores tentam começar um trabalho este tem que ser acompanhado em casa. Se os professores são maus profissionais é bom que os pais protejam os interesses dos filhos e peçam melhores condições. O que se passa é que a maioria dos pais nem quer saber&#8230;<br />
Também vi esse debate e fez-me confusão ver aquelas duas mulheres a reclamar que os pais não deviam avaliar os professores, que isso ia trazer situações de conflito, ia colocar os professores numa situação ainda pior, que os pais eram uma cambada de analfabetos e que a coitada da senhora ensina há 20 anos e só duas vezes lhe agradeceram.<br />
E depois o psicólogo (o homem com a mente mais sã naquela sala) diz: Mas&#8230;Se os professores forem bons profissionais, ao serem avaliados, não têm com que se preocupar com certeza!</p>
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