
É simplesmente vergonhoso o conjunto de atitudes levadas a cabo nos últimos dias pelos considerados intelectuais políticos nacionais, aqueles que têm o canudo do conhecimento e se enfrentam a dizer que Portugal é um país pouco produtivo, mas que são os primeiros a cair no “suposto” buraco irresponsável de trabalho numa véspera de feriado. Mas hoje é 25 de Abril, hoje pela primeira vez na nossa história a direita pode “chutar” para fora que com ou sem 25 de Abril a visão era clara e indiferente, onde por palavras simples se chega ao facto de que simbolicamente o 25 de Abril, lhe é apresentado com pouco ou nenhum valor, quebra-se a simbologia onde até pela primeira vez o Presidente da República não usa o cravo. Fala-se de exclusão social e faz-se exclusão histórica e política, muitos se esquecem pois então que independentemente tudo o que foi o 25 de Abril, foi ele que os pôs hoje onde estão, talvez essa tenha sido uma outra lacuna de todo este tempo. Existe também sempre aquele que enfim, algo importante lhe falta… com tudo isto se marca o 25 de Abril de 2006.
25. Abril. 2006

uma imagem de Jorge Garcia
18. Abril. 2006

Hoje “descobri” coisas giras do Sapo. A primeira é esta e a segunda é esta, em ambas o suposto seria algo como isto, o que não deixa de ter a sua piada. Já ontem comprei uma caneta usb, então numa procura meio maluca dei com PortableApps, uma página que pode tal como a mim trazer muito mais utilidade ao pequeno aparelho. Já que é um dia cheio de pequenas coisas, não posso deixar de partilhar um pouco do que descobri também na rede, ora dia 4 de Maio pela 1 e pouco da noite e unicamente para a nossa geração, vamos conseguir ter este alinhamento numérico do tempo: 01:02:03 04/05/06 aproveitem para salvar uma base dados por exemplo, fica um registo engraçado, ou até não…
18. Abril. 2006

uma imagem de Jorge Garcia
16. Abril. 2006

Riram-se dele, como se tivesse dito coisas loucas, coisas sem sentido que somente a imaginação podia ter criado. Usaram as folhas onde ele tinha escrito, para fazerem troças escritas de tão ridícula presença, mais uma vez ousaram pensar, assumiram-se usando aquilo para que não estavam aptos, levaram-no à loucura, numa tortura interior que nenhum génio conseguiria suportar. Como tantos outros ele partiu, a saudade nunca se revelou, a culpa escondeu-se, escondeu-se bem longe… onde tal como antes ninguém quis assumir a dúvida de tudo aquilo que haviam feito, ou que ainda hoje haviam de fazer, assim se recebe e mais tarde se percebe, Qualatopec. Estórias de Petrhos.
15. Abril. 2006

Talvez porque vivem aqui no meu quarto também, hoje decidi escrever um pouco sobre a aranha. A aranha é um aracnídeo, uma classe que está dividida em três subordens, existem cerca de 40 000 espécies de aranhas no mundo, por esse facto ocupam o 2º lugar na escala da classe. Quando nos deparamos com animal destes e apesar de os visualizarmos com alguma regularidade, talvez nunca nos tenhamos apercebido que na realidade têm especificamente 4 pares de patas (embora enquanto insectos possuem 6) e podem ter desde 0 a 8 olhos, não deixa de ser curioso o facto, que o corpo das aranhas se divide em 2 partes o cefalotórax e o abdómen e também de estarem associadas em mito, ao dinheiro.
15. Abril. 2006

13. Abril. 2006

Nos passados 7 anos constatou-se que com o exponencial crescimento da rede global, iria existir também um crescimento e uma maior rapidez na partilha de informação, como óbvio também daquela que não seria suposta. Na passada semana alguém se lembrou de vir “berrar” a Portugal que tínhamos uma grave crise no sector menos legal da “transferência de tecnologia” entre os utilizadores, por outras palavras, a pirataria. Consta que é algo preocupante no nosso país, não ponho em questão se o é ou não, mas talvez devêssemos ter um pouco mais de “táctica” neste jogo mundial. Se eu for um pirata e sacar músicas pela rede, aos meus ouvidos e ao meu cérebro tal atitude cria valor, sou incentivado a faze-lo porque ganho mais do que perco, que se proceder de outra forma. Agora vejamos, vamos supor que o Paulo Coelho, disponibiliza o seu próximo livro na Internet, aos meus olhos e ao meu cérebro a coisa muda de figura… porque? Simples, quando eu possuo o livro do Paulo Coelho que está disponível na rede gratuitamente, a mim esse facto não me incentiva, porque? Porque não me cria um valor acrescentado, qualquer pessoa pode ter o livro, eu não ganho nada, também não perco, mas acima de tudo não ganho. No entanto e se eu possuir o livro em físico? Ai o caso muda de figura, já não é tão banal, eu ao comprar aquele livro criei valor, ganhei porque gosto e tenho um pedaço físico oficial do legado. Se um amigo meu se virar para mim e me disser “ain eu tenho o livro do Paulo Coelho” a minha pergunta será, compraste? e não… sacaste? Sacar qualquer um pode sacar, não tem nada de mais, mas comprar, comprar é diferente, eu pago mas fico com o original, sou diferente da maior parte das pessoas, isso cria em mim valor. E vocês perguntam, mas agora é precisamente a mesma coisa… se comprares um oficial também crias valor! Não necessariamente, se eu agora conseguir ter de graça, criei valor porque é algo que tive a custo zero sabendo que outros para o terem irão pagar, se for de graça como todos o têm só irei criar um valor acrescentado se possuir o original, o papel inverte-se. Se repararmos bem nem M$ vai ao extremo da parvoíce da caça à pirataria pelo sistema de choque, ou o faz pela calada ou serve-se disso para criarem dependência no sistema que tem, “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar”. Eles nem sonham, nem sequer imaginam.
12. Abril. 2006

Já havia sido anunciado em Fevereiro, no entanto hoje recebi um contacto do Nuno Lopes da Novell Portugal com o excerto do artigo saído na Linux Magazine, falo claro do evento Linux New Media Awards. Fica também para conhecimento de todos o portal da Comunidade Suse Linux Portugal, que para os interessados na distribuição é sem dúvida merecedor de uma boa visita. Deixo também aqui a referência aos documentos da comunidade OpenBSD Portugal, apresentados na Lan Party Moita 2006, encontrem-nos algures por aqui.
11. Abril. 2006
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