
Não levem a mal os fundamentalistas da nova central nuclear que tanto se fala aqui em Portugal, até eu já cheguei a falar bem dela, no entanto, acho que um investimento numa estrutura deste género, terá de certa forma o mesmo significado do que adquirir um modem de 56kb (kilobits) quando o futuro actual é muito mais promissor que isso. Já fora disso, agora que fomos a norte, à Finlândia, buscar ideias para o PT, talvez o nosso conhecimento rudimentar, tenda a perceber que existe vida além do Windows, ou dai talvez não..
9. Março. 2006
Aproveitando ainda a posta do Tiago Alves, sobre o Movimento 560, passo a explicar o por ele considerado, tiques intervencionistas. A frase mude de atitude, é uma frase que se ajusta a uma perspectiva de visão de um povo, que sofre certamente de uma crise de identidade cultural, às vezes talvez até social. Não sou nacionalista, nem tão pouco radical, mas tenho respeito e consideração pelo meu país sem medo de o assumir, um país é um conjunto de culturas, hábitos, formas e estilos de vidas que embora muito diferentes têm uma essência e um ponto de partida muito semelhante, um país é uma comunidade com costumes, representações e modos de ser paralelos em vida social. Quando na comunidade em que vivo muitas das vezes se acha mal e isto a titulo de exemplo, uma quota de música portuguesa nas rádios do seu país, existem logo à partida dois pontos a sublinhar, o primeiro é que nós não conseguimos enquanto sociedade querer esse pedaço, o que prova a rejeição ainda que parcial da nossa cultura, o segundo é que por vezes já se torna estranho para nós ouvirmos a língua que temos, pois é tantas vezes de tal forma marginalizada e superada pela moda internacional, que o português que não for adepto da mesma sinergia exterior, é rotulado de xenófobo (palavras da moda). Eu estou num país em que se houvessem dois leitores de música precisamente iguais com nomes entre “cantigas” e “isound” o primeiro não teria venda alguma, porque o nome seria desadequado, manias de uma mentalidade fraca, que não sabe ponderar certos aspectos que são especialmente seus e de que se devia orgulhar, pois foram os pilares do que somos hoje e pelos quais caminhamos. Estou ainda num país onde se umas calças forem fabricadas numa fábrica têxtil portuguesa com o nome Setas ninguém irá comprar, mas se umas mesmas calças em nível de produção igual, fabricadas nessa mesma fábrica, com um rótulo a dizer Arrows estarão no topo de lista na compra, esta mesma ideia ainda irá servir mais tarde para fundamentar que as calças Setas, não prestavam, ou mesmo que o não fossem, seriam mais caras e não estavam no mesmo nível de competitividade. Estou num país onde se vestir uma t-shirt a dizer “Eu (seguido de um coração) Portugal”, sou saloio, mas que acho bastante giro, vestir ou ver alguém com que diz “I love UK”. Vivo ainda numa comunidade que muito se critica, mas pouco se faz, uma comunidade que gosta de se mostrar depressiva quando devia era levantar a cabeça, uma comunidade que não sabe o que é o valor social, o valor cultural, mas que quer evoluir e ser intelectual como tantas outras que ao contrário de nós começaram por polir e mostrar ao mundo os pilares em que se sustentam actualmente, agora questiono, vamos manter a atitude?
4. Março. 2006
Segundo a física tudo atrai tudo, se eu puser um burro e uma galinha lado a lado, dado que a massa da galinha é inferior à do burro, a galinha mais depressa (com o passar de milhares de anos) irá aproximar-se do dito cujo, que o cujo dito, dela. Em mais uma das minhas analogias ponderei o seguinte, ora dado que qualquer edifício do estado, da banca, ou das seguradoras é maior que a casa de habitação média de um português, mais depressa o nosso dinheiro terá tendência a aproximar-se do bolso deles, que o dinheiro deles do nosso bolso. Ora ainda no âmbito, se f=ma (força=massa . aceleração) simplificando a=f/m, ora dado que temos pouca massa (€) e por consequência não muita força, isto é, dado o peso das variáveis, iria-se deduzir uma aceleração bastante baixa, o que é na realidade uma falácia dado que os portugueses ainda que com pouca massa têm bastante aceleração. Deixo a resposta pendente ao critério da comunidade científica.
2. Março. 2006
Ao reparar esta semana na notícia que de que um gato tinha apanhado gripe das aves, ponderei durante alguns minutos no significado da situação. É certo que o Homem sempre tentou que os dois principais amigos de quarto patas (o cão e o gato) voassem, esta é uma conclusão que podemos tirar com a cadela Kudriavka, quem não se lembra dela? Sim, ela foi enviada para o espaço na Sputnik 2, digam-me agora qual é o espanto de um cão ou gato apanharem gripe das aves, se o Homem tal como a ele próprio, sempre forçou a que todos fossem também aves? Os vírus sempre têm a sua cultura, embora nós pensemos que não.
2. Março. 2006
Acho particularmente piada a alguns relógios que estão nas paragens de autocarros da Carris, conseguem motivar-nos a pensar que só faltam 2 minutos para o dito cujo aparecer, quando já estamos à espera… pelo menos à uns, 10.
27. Fevereiro. 2006
Por vez confesso que me espanta o trabalho dos tradutores, principalmente os de livros, é preciso ter uma grande dinâmica para a dita profissão, a sério que o acho.
20. Fevereiro. 2006

Se eu tivesse um pouco de respeito, não me ousava tão depressa a aparecer em público, estando claro na posição de Paulo Portas. Segundo consta, o antigo ministro regressa ao comentário televisivo na SIC, num programa quinzenal com cerca de 40 minutos. Dado que será do âmbito do comentário internacional, talvez seja oportuno explicar o porquê de ter ido ao Estados Unidos da América receber uma condecoração dada por Donald Rumsfeld que anteriormente havia sido dada a Paul Bremer, Steven Spielberg e John Glenn, é giro igualmente relembrar a polémica que houve quando o dito senhor se declarou convencido da influência da Virgem Maria, no evitar de um desastre ecológico no Minho. Vamos por de lado o caso “Moderna”, agora que penso nisto tudo… Onde está o serviço público de televisão a chegar? a uma terra chamada, decadente. Agora espere-se a época dos beijinhos e da simpatia, no formato quadrangular…
19. Fevereiro. 2006

Descobri no blogue do Jumento a página da AEPGA (Associação para o Estudo e Protecção do gado Asinino), após uns momentos de volta da página, ponderei seriamente a hipótese de adoptar um dos meus animais preferidos (onde se engloba a galinha também), um asno. Talvez fosse uma prenda de anos original e que ao mesmo tempo ajuda na defesa destes curiosos animais, que tanto “admiro”. E para quem quiser gozar, com uma certa situação de tempos remotos, não irei dar resposta, se calhar até irei, mas não interessa…
19. Fevereiro. 2006

Parece estranho quando consigo falar normalmente daquele pequeno aparelho que nos proporciona a distribuição, da nossa ligação, na estimada rede. Estranho já não é com certeza a forma como já ouvi falar e como já vi escrita a palavra router, ficam as 7 do topo para mais tarde recordar: rutter, ráiter, ráuter, ráiturer, rráuntor, rúáter e rúnter. Já nem vou falar da palavra wireless, senão provavelmente iríamos obter algo como ráuter uái-cheléxe, o que sem dúvida ficaria bem como nome para uma marca… na língua alemã? talvez…
17. Fevereiro. 2006
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