Gripe do alarmismo
Onde é que anda a gripe das aves agora? Será que meteu férias na reentrada?
Comentar 4. Outubro. 2006
Onde é que anda a gripe das aves agora? Será que meteu férias na reentrada?
Comentar 4. Outubro. 2006

Mais uma obra do Alyn ao som de Simon Webbe – No Worries, 0,0 preocupações!
Comentar 3. Outubro. 2006
Após o último livro que li e tentando fazer uma curta pausa no livro científico, comecei no passado Domingo a ler o Stardust – O Mistério da Estrela Cadente de Neil Gaiman, como vou ainda no segundo capitulo não me posso pronunciar muito sobre o livro em si, no entanto até ao momento cativou… a escrita é um pouco diferente no meu modo de ver, mas não menos engraçada. Já fora do âmbito, hoje foi também apresentado o projecto "Compro o que é nosso" embora na prática todas as ideias dadas pelo Movimento 560 estejam presentes neste novo projecto, nunca ninguém do mesmo chegou a contactar o Movimento 560, alguém quer saber o porquê? Que ganhe Portugal.
1 Resposta 3. Outubro. 2006
O nóbel é então remetido ao: http://divulgarciencia.com, vos garanto que é bom!
Comentar 2. Outubro. 2006
está hoje no caderno de economia do Expresso e pode/deve ser consultado aqui.
1 Resposta 30. Setembro. 2006
porque tudo o que podemos imaginar é também tudo aquilo que podemos criar… Petrhos
2 Respostas 28. Setembro. 2006

Porque água mole em pedra dura tanto bate até que fura, o assunto Patentes de Software tenta emergir novamente na política Europeia e mal passou um ano desde que o assunto levou um grande cartão vermelho. Existem talvez duas formas de ver o assunto, a primeira passa por acreditarmos na blasfémia que a Microsoft emitiu, a indicar que o lançamento do Windows Vista irá criar até 100 mil novos empregos até ao final de 2007 no espaço Europeu. Talvez esteja explicado a dificuldade de 100 mil pessoas desempregadas na Europa desde 2005 (a primeira suposta data de lançamento do dito sistema operativo), deixo no entanto um artigo que embora não seja financiado pela campanha Obtenha os Factos poderá dar algumas luzes. A segunda forma de encararmos esta situação passa por por os pés na terra e pela primeira, segunda, terceira ou N vez, dar a voz contra um monopólio que que não irá beneficiar ninguém e que tem o nome de patentes, é pena que a Microsoft não faça um estudo a indicar quantos postos de trabalho iria arruinar com este seu desejo partilhado e qual o custo que iria trazer ao mercado Europeu. Há uns anos atrás chamavam-lhe ganância, hoje chamam-lhe estratégia e muitos fazem disso um enorme exemplo de inteligência.
Comentar 26. Setembro. 2006

Chegou tarde, mas chegou. Para todos os que aguardavam ansiosamente o voo!
Comentar 25. Setembro. 2006

Sempre que Marques Mendes que dá um passo (?) usa tempo de antena da RTP para mostrar aos portugueses que ele afinal até está ali, nesta mesma altura em que a Segurança Social e a sua reforma estão na ordem do dia, vou fazer uma história que é no mínimo impensável: Existiram em tempos recentes senhores muitos ricos que disseram que as reformas dos seus colaboradores deviam ser geridas pelo Estado (Segurança Social), certa tarde, um senhor de cartola veio dizer que as pessoas deviam dar aos senhores muitos ricos o dinheiro dos seus descontos para eles o gerirem e assim terem um fundo de reforma seguro. Quando ninguém o esperava o Capitão dos Toques amarrota uma folha de papel dizendo que fossem recebidos os fundos excedentes de privatizações e aplicados na Segurança Social o problema seguia o caminho certo, por coincidência umas tardes mais tarde, nas masmorras dizia-se o mesmo, trazendo cabeças à forca. Moral da história, o senhor da cartola acha que os bancos devem gerir parte dos fundos de reforma dos pensionistas, enquanto os bancos dizem a gestão das reformas dos seus trabalhadores devem ser geridas pelo Estado, a minha questão é: Se os bancos não gerem as deles, porque é que devem/conseguem gerir com as nossas? A minha outra questão é mais aberta chama-se privatização da Segurança Social, aquela com que Bagão Felix ainda não parou de sonhar desde que entrou no governo de Barroso, assim vive este país com a fome de muitos pela sopa de poucos. Nunca vi país tão mal servido politicamente…
Comentar 20. Setembro. 2006














