Crash porque de outra forma era feio

Crash

Hoje deixem-me ser bacoco como sempre e criticar a mais recente exposição do terreiro do paço, Crash. A parte bacoca da minha crítica vem principalmente na palavra escolhida para o evento, devido ao pouco vocabulário que nossa língua contém tivemos que recorrer como sempre, imagine-se só… a um estrangeirismo! Todos sabem que o cidadão português muito à frente ou criativo, diz palavras inglesas de 10 em 10 minutos, imaginar a nossa cultura social sem este tipo de coisas é ser no mínimo louco, é ser um Velho do Restelo. E dizem vocês, ah e tal é que ali passam turistas… e respondo eu, ah e tal é que ali passam portugueses e a mensagem não é para os turistas. Com tudo isto cada vez mais se prova a pobreza social da nossa própria cultura e a psicose estrangeira de pessoas que realmente pensam que criam coisas com sentido em brainstorms e que infelizmente os CEO's aprovam no seu Office para um público menos iluminado como eu. Só por curiosidade o ultimo grupo que ouvi a cantar uma música intitulada Crash, tinha o nome de Primitivos (The Primitives), sim é pura ironia.

1 Resposta 19. Setembro. 2006

Visões de Michio Kaku

Astros

Consegui encontrar ontem na loja Bliss um raro exemplar que procurava já faz algum tempo, refiro-me ao livro Visões de Michio Kaku um grande cientista e co-autor da teoria das cordas. Neste momento e após mais um época de grande preguiça estou a acabar de ler o Mundos Paralelos que aconselho totalmente, não esperem que fale do livro pois não o irei fazer, acho que todo ele mesmo que fosse (e não é) uma obra de ficção cientifica era grande. Espero após a jornada de Michio Kaku começar uma nova com Stephen Hawking isto claro se pelo meio não surgir o último livro de Cristopher Paolini que segundo consta e para que também acabe em grande, terá título com a letra E de Empire, será mesmo? Se assim for rectifico e percebo o título Eldest que anteriormente tanto contestei, a ver vamos…

3 Respostas 18. Setembro. 2006

Firefox & Thunderbird 1.5.0.7

Firefox

Já saíram as mais recentes versões do Firefox e do Thunderbird, como seria de esperar as novidades destas novas versões passam basicamente pela correcção de falhas de segurança detectadas anteriormente que ficam agora de todo encerradas. Enquanto a versão 2 não chega, aproveito para dar destaque a esta página do António Dias que nos disponibiliza as versões actualizadas dos correctores ortográficos de português europeu para os programas em questão. E porque o Firefox é realmente quente… aqui fica um vídeo derreter a malta toda.

Comentar 17. Setembro. 2006

Irá o Sol sair em dia de chuva?

Sol

Hoje nasce um novo semanário, chama-se, Sol. A página do jornal oferece a possibilidade de criação de blogues o que a meu ver é algo que tem um factor de proximidade com os leitores mas que no entanto não trás no seu todo, nada de novo ou superior ao existente no mercado gratuito de blogues ou páginas de referência. O Sol afirma-se como um jornal que ao fim de 6 meses pretende ultrapassar o Expresso, eu opino que não o irá conseguir. José António Saraiva, mostrou-se um homem de convicções na Grande Entrevista e sem dúvida que teve no Expresso um papel de relevo e de grande mérito, no entanto não estarei amanha numa banca para comprar o Sol. É sempre bom tempo  para desejar boa sorte às duas caras novas do mundo semanário nacional, aguardemos pois o novo panorama…

Comentar 16. Setembro. 2006

O provedor deste blogue altera… parte 2

provedor

Ainda sequência da anterior estampa relativa a algumas alterações que haviam sido efectuadas neste espaço e após ter ponderado um pouco mais sobre os conteúdos que aqui se desenrolam, vou tentar alterar um pouco a forma, mas não o estilo, com que as coisas aqui aterram. Aquela azia complementada no seu todo por sátira que faz parte da minha maneira de escrever ou apresentar certos pontos de vista é no entanto difícil de desagregar, embora também não me preocupe muito isso, perceba-se desde já. Por exemplo neste momento já seria capaz de ousar dizer que escrevo para o Nobel, embora não me façam um anúncio desta forma para a grande entrevista com a Judite de Sousa. Chegando ao que realmente interessa, espero que seja do vosso agrado todas as alterações ou comportamentos que possam vir a surgir aqui no cantinho do sol-posto e sim já ando a tomar bastantes comprimidos.

Comentar 15. Setembro. 2006

Estampa dedicada a todas as BETAS da net

beta

Eu sei que ninguém estava à espera, mas esta estampa vai ser dedicada a todos os recentes e novos desenvolvimentos produzidos na Internet, por outras palavras esta estampa é dedicada à mais recente palavra da moda, ou ao novo estilo de vida que cibercultura adoptou, BETA. Quem tiver um projecto na grande rede e queira fazer dele a coisa mais magnífica do universo ou do multiverso, basta pôr-lhe a palavra BETA em cima (de preferência cor de rosa) e o sucesso é garantido, veja-se pela abominável concentração de trabalho produzido todos os dias, que inexplicavelmente é BETA. Existem BETAS que possivelmente nunca o irão deixar de ser, ou talvez queiram ser a BETA mais velha do mundo e não é que as pessoas gostam? Aceitarias uma galinha BETA? Irias ler livros em BETA ou até mesmo fazer cruzeiros em barcos BETA gratuitamente? Se vocês aceitam tudo isto e muito mais sem perceber porquê então, são Betinhos e possivelmente como as versões BETA poderão ser instáveis e possuir um requintado leque de defeitos que os outros devem corrigir ou participar enquanto vos aturam, agora que escrevo isto… percebo que talvez também seja Betinho. Ena pá… brilhante!

Comentar 13. Setembro. 2006

Os números do senhores terroristas

podem ser reconfortados aos mais cépticos numa estampa do Paulo Querido… ao mesmo tempo que escrevo isto tento perceber as palavras de José Cutileiro na última edição do jornal Expresso, cita-se: "A Europa tem de aumentar o seu poder, saber bem o que quer e reforçar a sua aliança com os Estados Unidos". É aos meus olhos algo transcendente querer ser tão baixo como os mais baixos, salvo seja por outros motivos que não aquele que o leve artigo transparecia elucidar.

Comentar 12. Setembro. 2006

Um dia de dor partilhada

Hoje, com todo o devido pesar pelos inocentes do 11 de Setembro, peço que se guarde um bocadinho de pena também para estes: http://www.krysstal.com/democracy_photos.html#iraq_photos01. Ambos foram personagens de histórias muito mal contadas, em ambos os casos pagaram aqueles que não têm culpa nenhuma e em todas as cenas reside uma mesma personagem principal. É bastante triste este nosso, mundo? É vergonhoso!

Comentar 11. Setembro. 2006

Onze de Setembro: a fraude do pretexto

11 de Setembro

Vejo a onze de Setembro o expoente máximo da hipocrisia humana. Se eu fosse alguém importante este comentário estaria sujeito talvez a uma crítica dura ou a um aplauso abafado de alguém que como tantos outros é consumido pela crítica já de si adulterada. Em Portugal tal como em tantos outros países, são dedicadas horas a "lamentar" as mortes do dia onze, morte duras, rudes, alimentadas pela mentira e frieza de cortes, cortes que como em tantas épocas são os bobos tontos de um mundo mediático. Percebo o lamento e apoio-o, mas rejeito completamente o contraste da definição terrorista da morte. Lembram-se cinco anos de uma história que nunca foi bem contada mas que abriu directamente portas para o pretexto de invasão exterior e interior de um tal qualquer pedaço de terra chamado Estados Unidos da América, pedem-me para não criticar o povo pois a administração é que é infame, mas depois penso o que leva esse mesmo povo a erguer tal administração novamente, um possível conceito que desconheço, talvez… Vejo pessoas com ar sério enquanto pela décima vez se vê uma vitima a cair de uma das torres, uma vitima reconhecida, ao mesmo tempo vejo as mesmas pessoas com um ar bastante natural a jantarem, enquanto uns quaisquer terroristas sem terra, sujos, esfarrapados e com armas de destruição massiva que nunca ninguém conheceu, a serem menosprezados na sua morte, morrem sem nome, sem documentários 24 sobre 24 horas todos os anos que passam a sua queda, acima de tudo cessam inocentes e em valas comuns, mas morrem com uma categoria, a categoria terrorista, quem define? o tal país, cujo é incorrecto criticar e em que muitos continuam a ver um modelo, ainda que irreal e comprado mas que serve tantas e tantas vezes. Os terroristas, só existem de um lado mundo, perceba-se bastante bem isso, porque durante muitos anos, existirá muito asno a pastar requintadamente o facto. Chamem-me o que quiserem, menos hipócrita, o 11 de Setembro foi a fraude para o pretexto invasivo que servirá durante muitos anos e sobre muitas faces, todas mortes são lamentáveis, neste e todos os dias tanto na América como em qualquer lugar do planeta. Não sou eu que não gosto dos Estados Unidos da América, são eles que não gostam de si, não gostam do mundo e o mundo somos todos nós.

6 Respostas 10. Setembro. 2006

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