Movimento 560, um mês depois
22. Agosto. 2005
Lia-se aqui à um mês atrás o nascimento do desconhecido Movimento 560 era um passo pequeno, mas com um grande objectivo, apoiar o nosso país e o que cá temos. O movimento foi crescendo, dia após dia cada vez mais blogs tinham uma referência a esta iniciativa, outros metiam mesmo um “painel” mas a palavra alastrava, ganhava-se força. Entretanto nas caixas de correio os emails não paravam e ainda hoje continuam, e são sem dúvida bastante importantes. Depois começaram as t-shirts, e nem fomos nós os primeiros a criar as ditas cujas, mas também as fizemos muito perto.
O primeiro grande impacto fora da Internet, foi o Jornal de Negócios, com este artigo, também nessa altura a TVI passou uma reportagem que ainda hoje não vimos, infelizmente, mas que deu um alerta também ele importante, depois veio a SIC, que nos entrevistou e passou no jornal da noite e a partir desse momento choveram “emails”, contamos 75 até ao momento e todos os dias chegam mais. Recentemente (ontem) saiu uma entrevista nossa, no Portugal Diário, que deu ainda mais força e divulgação ao movimento, no Google a pesquisa por Movimento 560 dá um numero considerável de resultados e no Technorati também, as visitas rondam as 14 mil e as ideias estão bem vivas, o Movimento 560 não pára. Como nós dizemos e também muitos dizem por ai: Mude de atitude!
Artigo da categoria: Geral
4 Respostas Comentar
1.
Cátia Milheiro | 22. Agosto. 2005 - 12:08
Viva o Movimento 560 !
2.
Pedro Cavaco | 22. Agosto. 2005 - 12:10
Viva!
3.
MarTha_b@ | 22. Agosto. 2005 - 19:50
Viva!
Não sei se encaixa muito bem na “politica” que o Movimento 560 tem seguido, mas um bom argumento que pode levar as pessoas a comprar produtos nacionais seria o de referir que muitos produtos que compramos são fabricados em países cuja mão de obra é absurdamete barata, como a Indonésia, Índia, China… Mas muitas vezes as empresas nesses países exploram literamente os trabalhadores e mesmo crianças, não cumprem os direitos que à partida lhes seriam assegurados… Tocar na sensibilidade das pessoas ao referir que marcas como a Nike, Adidas e milhentas outras podem explorar os trabalhadores e nós ao comprarmos poderemos estar a adequerir produtos de mão de obra praticamente escrava é algo muito forte e que não deixa de ser real.. Marcas grandes como as que acima referi foram quase obrigadas a contratar “inspectores”, graças a uma escandaleira nos EUA com uma marca de roupa muito popular (GAP, se não estou em erro), para fiscalizar se nas suas filiais instaladas nos paises não industrilaizados os protocolos são cumpridos. No entanto todos sabemos como quantas pessoas são subornáveis e como com pericia e perspicácia podemos fintar as regras… E falei acima de marcas que ainda tentam controlar as coisas, mas numa gande parte não há essa preocupação.
Por exemplo, uma marca de roupa portuguesa mandou fazer um fato na China, mandou para lá o desenho e o tecido… o fato que veio, já com as despesas de transporte, vinha a metade do preço que um fato aqui fabricado custava… Como vão as empresas portuguesas competir com isto? Quantas mais mães das insdustrias têxteis serão despedidas porque as empresas faliram ou mudaram as fábricas para a Ucrânia, por exemplo?
Enquanto podermos escolher, tivermos poder de compra para isso devemos sempre optar pelo que é nosso.. Devemos optar pelos portudos portugueses, por Portugal!
Resumindo: ao comprarmos produtos nacionais estamos a estimular o crescimento da nossa economia, assegurar empregos dos nossos trabalhadores e não estamos a engordar gulosos que por vezes se aproveitam das necessidades das pessoas dos países pobres… Para não falar da qualidade que existe também no que é nosso, pois a ideia generelazida de que o que vem de fora é que é bom é totalmente errada.
4.
Pedro Cavaco | 23. Agosto. 2005 - 1:46
A nossa mentalidade foi muito deformada ao longo dos tempos, primeiro o estrangeirismo é estar na moda e ser português é ser pimba, chamo a isso mentalidade fraca. É altura de mudar…
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