Qualatopec
15. Abril. 2006

Riram-se dele, como se tivesse dito coisas loucas, coisas sem sentido que somente a imaginação podia ter criado. Usaram as folhas onde ele tinha escrito, para fazerem troças escritas de tão ridícula presença, mais uma vez ousaram pensar, assumiram-se usando aquilo para que não estavam aptos, levaram-no à loucura, numa tortura interior que nenhum génio conseguiria suportar. Como tantos outros ele partiu, a saudade nunca se revelou, a culpa escondeu-se, escondeu-se bem longe… onde tal como antes ninguém quis assumir a dúvida de tudo aquilo que haviam feito, ou que ainda hoje haviam de fazer, assim se recebe e mais tarde se percebe, Qualatopec. Estórias de Petrhos.
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4 Respostas Comentar
1.
Bruno Barão | 15. Abril. 2006 - 15:38
Eu só me lembro é do teu Bot
2.
Pedro Cavaco | 15. Abril. 2006 - 15:46
Sim foi a primeira vez que usei a palavra mas era escrito com K, estavamos em 2002 ? Perto disso…
3.
Bruno Barão | 15. Abril. 2006 - 15:57
E tu mataste o bot
O meu ainda hoje está vivo!
4.
Pedro Cavaco | 15. Abril. 2006 - 16:02
Hoje para mim está viva, esta estória
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