Arquivo de Outubro de 2005
Tenho privado muito nestas autárquicas, uma opinião política da mesmas, torna-se um pouco cansativo, ouvir o mesmo gravador de antigamente onde a imaginação se distingue somente na forma de campanha, mas não no trabalho realizado, esse o que realmente interessa.
Pois bem, fala-se numa modernização política ligada às novas tecnologias e falo claro das páginas e blogues que as campanhas políticas nos têm oferecido, o que devia ser um passo moderno é factualmente um erro e se por um lado o aplaudimos, por outro teremos que o retrair, mas este poderia sem dúvida ter sido um avanço positivo, não fosse esta nossa tendência de começar sempre com um pé atrás.
Continuar a ler 7. Outubro. 2005
Pois é, ainda ontem estava a falar de cinema e hoje volto a falar, mas desta vez o que me leva a escrever estas linhas é a estreia da nova grande produção de Marco Martins, que dá pelo nome de Alice. Estava eu a falar hoje com o meu amigo Gama, quando ele me contou basicamente a “história” por detrás do filme… sim ele já o viu, grande malandro! Não me vou por aqui a contar a história, isso podem encontrar por ai nos jornais ou na internet, quero sublinhar que quero e vou ver este filme (que foi premiado imaginem só) e acho que muitos de vós deviam fazer o mesmo. Bora lá malta… todos a ver o, Alice.
6. Outubro. 2005
Segundo a novidade na página do C7nema e também da página da CM do Barreiro, a cidade do Barreiro vai futuramente a ser “A cidade do cinema”, um investimento inicial na ordem dos 140 milhões de euros, vão sem dúvida estar assegurados novos postos de trabalho (cerca de quatro mil) e a promoção de Portugal e da industria do cinema no nosso país. Com tudo isto fico até fico um pouco triste de não ter a oportunidade para realizar um dos meus grandes sonhos, ser realizador. Quem sabe um dia, seria formidável, até lá fico na expectativa deste novo e grande projecto para a minha cidade, que bem precisa e que eu aplaudo especialmente.
5. Outubro. 2005
Parece que o Sapo anda ai para as curvas, portanto fez nascer o http://fotos.sapo.pt. O serviço é a meu ver do género do Flickr mas com uma grande vantagem, é português, portanto agora que temos opção não custa nada mudar… ao pessoal do Sapo só espero que não se esqueçam de fazer um daqueles painéis interactivos, com as fotos em rotação, como eu tenho do lado direito, pois aguardo por ele, para poder substituir o que tenho do Flickr, onde estão algumas fotos que tiro por ai. As minhas fotos (as mais a sério) essas tão em solo nacional e já agora eu já aderi a este novo serviço e tu?
4. Outubro. 2005

Eu acho que está simplesmente muito engraçado, muito porreiro, ver mais aqui…
2. Outubro. 2005
Li recentemente no blogue do Jumento um artigo de respeito à Compal, que quando li a notícia no Diário Economico, simplesmente fiquei estupefacto, são notícias como estas que às vezes me deixam mesmo pasmado. Assim passo a citar o que se lê no conhecido blogue que havia referido:
Se o governo me concedesse um subsídio a fundo perdido eu fazia uma campanha publicitária para aumentar as visitas e depois vendia o burro aos irmãos Oliveiras. Tive este momento de imaginação delirante, quando recebi este recado de um amigo:
«Este assunto está ser ignorado pelos Media. É no mínimo estranho tal silêncio quando olhamos para os números envolvidos. Sabemos que a Compal se encontra à venda e sabemos que em Agosto de 2003 auferiu um subsídio de 6,8 milhões de euros e um valor de sete milhões de euros em benefícios fiscais em sede de IRC.
Ninguém acha isso estranho, ainda mais quando o seu presidente era um destacado membro do Governo da altura?! Existirá devolução das verbas?»
Convém lembrar que a Compal pertence à holding Nuntrivest e que esta agrega os investimentos do Grupo Mello no sector Agro-alimentar, e que na época do subsídio estava à frente da Compal Pires de Lima, um dos homens fortes do PP de Paulo Portas.
Bem, o subsídio terá sido bem atribuído, a Compal poderá ser um bom negócio, e tudo o resto são problemas de consanguinidade resultantes da pequenez das nossas elites empresarias e políticas.
Acompanhando o DE, lê-se aqui, também aqui, mais uma vez aqui e por fim aqui. É assim que se vende o país aos poucos, ora a Compal está com margem de lucros e conseguiu um forte destacamento no mercado nacional e não só, é uma empresa em crescimento e que possui a confiança dos consumidores, portanto, qual o motivo da venda?
Nenhum dos capitais à compra da Compal é nacional, portanto vamos perder mais uma boa empresa em Portugal, continuem com esta visão… só me resta desejar boa sorte aos trabalhadores e reafirmar a questão, porque é que não se fala nisto? Espera-se pela próxima tacada, espera-se tudo.
1. Outubro. 2005
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