Artigos arquivados em 'InfoTec'

“Cães farejadores de CD/DVD já trabalham em aeroporto inglês
A indústria do cinema financiou o treino de cães para detectar cargas com grande quantidade de CD e DVD…” Bolas pá! logo agora que eu estava a pensar ir a Londres com duas malas cheias de Ubunto, lê-se na Internet que possivelmente vão querer abrir a minha mala, graças ao cão-rom. Este tipo de animal trás um processador bastante superior ao da pessoa que teve a ideia, isto porquê? Simples, os cães-rom fazem este tipo de trabalho sem perceberem ou saberem o que fazem, ao contrário da(s) pessoa(s) que enfim… se lembrou/lembram de inventar o nada. Já estou a imaginar dentro de dois anos vamos ter hipopótamos a farejar mp3 ilegais em dispositivos flash e discos rígidos ao mesmo tempo que naquele enorme corpo os armazenam para mais tarde instituir processos crimes da RIIA-se. Comos os REM dizem, é o fim do mundo tal como o conhecemos…
12. Maio. 2006
A meu ver, qualquer área ligada a redes/comunicações sem fios, será emprego…
11. Maio. 2006

E desta vez vocês vão dizer… pronto, lá está o gajo com a mania do Linux e eu respondo: não resisti! Estava eu naquela navegação das noticias do mundo tecnológico quando me deparei com este artigo, basicamente ele fala do EULA (End-User Licensing Agreement) a licença que ninguém lê quando instala (neste caso) o Windows. EULA é forma complicada de explicar coisas simples que não convêm que sejam entendidas de forma tão directa, exemplo: “a terra é redonda” ao estilo EULA seria algo como “a terra tem uma forma circular porque o levitar dos passarinhos de Vertimbula, que voavam para sul (que não fosse uma normalização hoje poderia ser considerado norte), lembraram-se de deixar majestosa furrica no ar, que cordialmente sobre o campo gravítico da terra traçou um destino na agradável careca de um senhor que mais tarde se veio a comprovar pela força dos factos ser um cientista louco que tinha a mania de mandar coisas ao ar…” simplificando mais uma vez, podem ler, é útil para o vosso conhecimento.
10. Maio. 2006

Estava eu e ler uns artigos sobre os direitos de autor, quando acendi a luz que estava perto do computador, nessa altura pensei… Se cada mp3 legal custa 99 cêntimos e se hoje já temos leitores de mp3 com mais de 1G, se o leitor custar no máximo 200 euros e supondo que terá mesmo 6G, neste caso valor que iremos gastar em mp3 para o usufruir ao máximo, será de aproximadamente (supondo 5M para cada mp3) de 1200 euros (240 contos). Resumindo gastamos 200 euros no leitor e 1200 no produto o que não deixa de ser curioso. Talvez seja mesmo o próximo passo de actuação da “RIIA”-se, dado que quem compra um leitor desta envergadura é um suspeito provável ao porte de uns mp3zitos não legais, ou então é uma pessoa com muito investimento na cultura… Também neste âmbito e dado que as fotocópias de livro passaram a ter uma taxa de direitos de autor, questiono-me para quem vai o dinheiro dessa taxa, se for para a SPA, questiono como é que os autores que não estão inscritos nela, vão alguma vez receber a colheita do fruto…
9. Maio. 2006
Hoje descobri que o Paulo Coelho me “imitou” o ícone da página, tá visto que PC é aquela tal palavra… mas é óbvio que vai a tribunal supremo do ícone internet!
8. Maio. 2006
Leitura recomendada, aacs sucks! (em inglês), a descoberta de um novo mundo.
6. Maio. 2006

Hoje “descobri” coisas giras do Sapo. A primeira é esta e a segunda é esta, em ambas o suposto seria algo como isto, o que não deixa de ter a sua piada. Já ontem comprei uma caneta usb, então numa procura meio maluca dei com PortableApps, uma página que pode tal como a mim trazer muito mais utilidade ao pequeno aparelho. Já que é um dia cheio de pequenas coisas, não posso deixar de partilhar um pouco do que descobri também na rede, ora dia 4 de Maio pela 1 e pouco da noite e unicamente para a nossa geração, vamos conseguir ter este alinhamento numérico do tempo: 01:02:03 04/05/06 aproveitem para salvar uma base dados por exemplo, fica um registo engraçado, ou até não…
18. Abril. 2006

13. Abril. 2006

Nos passados 7 anos constatou-se que com o exponencial crescimento da rede global, iria existir também um crescimento e uma maior rapidez na partilha de informação, como óbvio também daquela que não seria suposta. Na passada semana alguém se lembrou de vir “berrar” a Portugal que tínhamos uma grave crise no sector menos legal da “transferência de tecnologia” entre os utilizadores, por outras palavras, a pirataria. Consta que é algo preocupante no nosso país, não ponho em questão se o é ou não, mas talvez devêssemos ter um pouco mais de “táctica” neste jogo mundial. Se eu for um pirata e sacar músicas pela rede, aos meus ouvidos e ao meu cérebro tal atitude cria valor, sou incentivado a faze-lo porque ganho mais do que perco, que se proceder de outra forma. Agora vejamos, vamos supor que o Paulo Coelho, disponibiliza o seu próximo livro na Internet, aos meus olhos e ao meu cérebro a coisa muda de figura… porque? Simples, quando eu possuo o livro do Paulo Coelho que está disponível na rede gratuitamente, a mim esse facto não me incentiva, porque? Porque não me cria um valor acrescentado, qualquer pessoa pode ter o livro, eu não ganho nada, também não perco, mas acima de tudo não ganho. No entanto e se eu possuir o livro em físico? Ai o caso muda de figura, já não é tão banal, eu ao comprar aquele livro criei valor, ganhei porque gosto e tenho um pedaço físico oficial do legado. Se um amigo meu se virar para mim e me disser “ain eu tenho o livro do Paulo Coelho” a minha pergunta será, compraste? e não… sacaste? Sacar qualquer um pode sacar, não tem nada de mais, mas comprar, comprar é diferente, eu pago mas fico com o original, sou diferente da maior parte das pessoas, isso cria em mim valor. E vocês perguntam, mas agora é precisamente a mesma coisa… se comprares um oficial também crias valor! Não necessariamente, se eu agora conseguir ter de graça, criei valor porque é algo que tive a custo zero sabendo que outros para o terem irão pagar, se for de graça como todos o têm só irei criar um valor acrescentado se possuir o original, o papel inverte-se. Se repararmos bem nem M$ vai ao extremo da parvoíce da caça à pirataria pelo sistema de choque, ou o faz pela calada ou serve-se disso para criarem dependência no sistema que tem, “mais vale um pássaro na mão do que dois a voar”. Eles nem sonham, nem sequer imaginam.
12. Abril. 2006
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