Uma ajuda cívica ao ministério

6 respostas 25. Junho. 2006
O negócio dos restaurantes chineses em Portugal vive um período de «calamidade» após a «Operação Oriente», uma fiscalização a restaurantes chineses que resultou no encerramento de 14 estabelecimentos, noticia hoje o jornal oficial do Partido Comunista chinês.
(…)
A ASAE, que detectou falhas como falta de rótulos em português, falta de condições de higiene, alimentos fora do prazo e estragados, apreendeu duas toneladas e meia de produtos e instaurou 113 contra-ordenações e três processos-crime contra os proprietários dos restaurantes chineses.
(…)
A embaixada chinesa em Portugal contestou a operação junto da ASAE e a comunidade chinesa e a Comissão para a Igualdade Contra a Discriminação Racial acusaram a autoridade de potenciar a xenofobia e a estigmatização dos chineses.
no: Diário Digital

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3 respostas 22. Junho. 2006
Quando se fala da Matemática em Portugal, temos a consciência de existe uma grande falta de progresso nessa matéria. Ontem à noite enquanto desenhava rabiscos numa pequena folha (especificamente um sorriso confuso, o mesmo que muitos alunos demonstram quando entram numa sala de matemática), surgiu-me a ideia, que talvez a matemática no nosso país não precise de uma volta de 360º graus, mas de somente uma de 180º, fica a ideia, fez-se alguma luz:

5 respostas 17. Junho. 2006

Hoje quando cheguei a casa o meu gato “Decrópito” estava triste, olhava para baixo e metia-se a murmurar para as paredes, foi então que preocupado com a situação decidi falar com ele, nessa altura percebi claramente tudo o que se passava, além do mais o meu gato tinha alguma razão, ainda bem que o Gandalf, não se interessou pelo tema… enfim passei o resto do dia a ouvi-lo dizer que o senhor cor de laranja era de extrema canina. Hajam ideias politicas para este país, sim senhor…
Comentar 7. Junho. 2006
O secretário de estado transportou directamente a imagem de qualidade no nosso ensino. Desta forma gostava de questionar se vive no mesmo país que eu… isto dado que pensa que os pais têm horários e condições laborais para acompanhar os filhos na escola e em todas as reuniões/actividades pedagógicas da mesma. Desta forma e pegando num tópico existente, questiono também como é que se mete um pai a avaliar um professor que provavelmente, nunca irá conhecer para o efeito? Mais uma vez digo, somos um país de teóricos.
2 respostas 30. Maio. 2006
A SIC tinha que o fazer e a Opus Dei inevitavelmente teve que dizer “Olá, nós somos boas pessoas, não fiquem a pensar que o filme que estreia esta quinta feira é verdade, nós somos gente de bem e gente simples” mais um ponto negativo para SIC e mais uma entrada estapafúrdia no caso.
3 respostas 13. Maio. 2006

É simplesmente vergonhoso o conjunto de atitudes levadas a cabo nos últimos dias pelos considerados intelectuais políticos nacionais, aqueles que têm o canudo do conhecimento e se enfrentam a dizer que Portugal é um país pouco produtivo, mas que são os primeiros a cair no “suposto” buraco irresponsável de trabalho numa véspera de feriado. Mas hoje é 25 de Abril, hoje pela primeira vez na nossa história a direita pode “chutar” para fora que com ou sem 25 de Abril a visão era clara e indiferente, onde por palavras simples se chega ao facto de que simbolicamente o 25 de Abril, lhe é apresentado com pouco ou nenhum valor, quebra-se a simbologia onde até pela primeira vez o Presidente da República não usa o cravo. Fala-se de exclusão social e faz-se exclusão histórica e política, muitos se esquecem pois então que independentemente tudo o que foi o 25 de Abril, foi ele que os pôs hoje onde estão, talvez essa tenha sido uma outra lacuna de todo este tempo. Existe também sempre aquele que enfim, algo importante lhe falta… com tudo isto se marca o 25 de Abril de 2006.
5 respostas 25. Abril. 2006

Não levem a mal os fundamentalistas da nova central nuclear que tanto se fala aqui em Portugal, até eu já cheguei a falar bem dela, no entanto, acho que um investimento numa estrutura deste género, terá de certa forma o mesmo significado do que adquirir um modem de 56kb (kilobits) quando o futuro actual é muito mais promissor que isso. Já fora disso, agora que fomos a norte, à Finlândia, buscar ideias para o PT, talvez o nosso conhecimento rudimentar, tenda a perceber que existe vida além do Windows, ou dai talvez não..
Comentar 9. Março. 2006
Aproveitando ainda a posta do Tiago Alves, sobre o Movimento 560, passo a explicar o por ele considerado, tiques intervencionistas. A frase mude de atitude, é uma frase que se ajusta a uma perspectiva de visão de um povo, que sofre certamente de uma crise de identidade cultural, às vezes talvez até social. Não sou nacionalista, nem tão pouco radical, mas tenho respeito e consideração pelo meu país sem medo de o assumir, um país é um conjunto de culturas, hábitos, formas e estilos de vidas que embora muito diferentes têm uma essência e um ponto de partida muito semelhante, um país é uma comunidade com costumes, representações e modos de ser paralelos em vida social. Quando na comunidade em que vivo muitas das vezes se acha mal e isto a titulo de exemplo, uma quota de música portuguesa nas rádios do seu país, existem logo à partida dois pontos a sublinhar, o primeiro é que nós não conseguimos enquanto sociedade querer esse pedaço, o que prova a rejeição ainda que parcial da nossa cultura, o segundo é que por vezes já se torna estranho para nós ouvirmos a língua que temos, pois é tantas vezes de tal forma marginalizada e superada pela moda internacional, que o português que não for adepto da mesma sinergia exterior, é rotulado de xenófobo (palavras da moda). Eu estou num país em que se houvessem dois leitores de música precisamente iguais com nomes entre “cantigas” e “isound” o primeiro não teria venda alguma, porque o nome seria desadequado, manias de uma mentalidade fraca, que não sabe ponderar certos aspectos que são especialmente seus e de que se devia orgulhar, pois foram os pilares do que somos hoje e pelos quais caminhamos. Estou ainda num país onde se umas calças forem fabricadas numa fábrica têxtil portuguesa com o nome Setas ninguém irá comprar, mas se umas mesmas calças em nível de produção igual, fabricadas nessa mesma fábrica, com um rótulo a dizer Arrows estarão no topo de lista na compra, esta mesma ideia ainda irá servir mais tarde para fundamentar que as calças Setas, não prestavam, ou mesmo que o não fossem, seriam mais caras e não estavam no mesmo nível de competitividade. Estou num país onde se vestir uma t-shirt a dizer “Eu (seguido de um coração) Portugal”, sou saloio, mas que acho bastante giro, vestir ou ver alguém com que diz “I love UK”. Vivo ainda numa comunidade que muito se critica, mas pouco se faz, uma comunidade que gosta de se mostrar depressiva quando devia era levantar a cabeça, uma comunidade que não sabe o que é o valor social, o valor cultural, mas que quer evoluir e ser intelectual como tantas outras que ao contrário de nós começaram por polir e mostrar ao mundo os pilares em que se sustentam actualmente, agora questiono, vamos manter a atitude?
6 respostas 4. Março. 2006
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